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Contas da banca não convencem Wall Street

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Contas da banca não convencem Wall Street

Wall Street quebra com perspetiva de quebra nos lucros das empresas

As praças do outro lado do Atlântico abriram no vermelho, com o otimismo em torno o plano de estímulos de Biden a ser ofuscado com a perspetiva de menos ganhos das empresas. A única exceção às quedas está a ser o Nasdaq, mas por pouco.
 
O Dow Jones segue a ceder 0,58% para os 30.811,43 pontos, depois de durante a sessão de ontem ter atingido um máximo de sempre, nos 31.223,78 pontos.
 
Por seu lado, o Standard & Poor’s 500 recua 0,28% para 3.784,66 pontos, a rondar o valor mais alto da sua história, de 3.826,69 pontos, alcançado a 8 de janeiro.
 
Em contrapartida, o tecnológico Nasdaq Composite regista uma valorização marginal de 0,06% para 13.120,70 pontos. Ontem marcou um novo recorde, nos 13.220,16 pontos. A sustentar o índice na sessão de hoje estão cotadas como
 
Apesar do plano de estímulos ontem apresentado pelo presidente eleito Joe Biden, no valor de 1,9 biliões de dólares, os investidores estão agora com maior foco na época de divulgação de contas, com a banca a ter dado hoje o pontapé de saída.
 
Hoje o Citigroup reportou uma queda de 7% dos lucros no quarto trimestre, que foram assim melhores do que o esperado pelo mercado, mas Wall Street não aplaudiu, já que os custos mais elevados e a queda nas receitas do segmento do retalho pesou nos resultados.
 
Os resultados do Citi beneficiaram da libertação de cerca de 1,5 mil milhões de dólares de reservas que tinham sido postas de lado contra o malparado decorrente da crise da covid-19.
 
Já os lucros do JPMorgan aumentaram 42% no trimestre terminado a 31 de dezembro, e as receitas subiram 3%. Em ambas as rubricas superaram o esperado pelos analistas. Mas também este banco ganhou com o facto de ter libertado reservas no valor de 2,9 mil milhões de dólares, somando assim 72 cêntimos ao seu lucro por ação para um total de 3,79 dólares por ação.
 
Por seu lado, o Wells Fargo divulgou um lucro de 64 cêntimos de dólar por ação, superando assim também a projeção do consenso de mercado, que apontava para 60 cêntimos. A ajudar estiveram igualmente as menores provisões. Os custos associados ao malparado diminuíram 823 milhões de dólares face ao mesmo período do ano precedente e mantiveram-se bastante abaixo do nível observado na primeira metade do ano, quando o banco acumulou mais de 14 mil milhões de dólares em encargos com provisões.
 
Os três bancos seguem a negociar em baixa nesta abertura da sessão das bolsas norte-americanas.
 
Segundo as estimativas da Refinitiv, os lucros das cotadas do S&P 500 deverão ter caído 9,5% no último trimestre de 2020 – se bem que já esperem uma retoma nos primeiros três meses deste ano, na ordem dos 16,4%.
 
Além do mais, o novo pacote de ajudas pandémicas visado por Biden deverá enfrentar resistência por parte dos republicanos devido ao elevado valor, não se antevendo fácil a sua aprovação no Congresso, o que também está a convidar a uma maior prudência por parte dos investidores.


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