NOTÍCIAS DE NEGÓCIOS
Governadores do BCE atacam plano de compra de ativos de Draghi
O presidente do Banco Central Europeu, Mario Draghi, provocou uma forte divisão no seio da instituição. Parte dos governadores dizem que o regresso do “quantitative easing” (QE) foi um erro.
Apesar do anúncio de um mega pacote de estímulos monetários lançado sobre a economia da região pelo Banco Central Europeu, foram muitas as vozes dissonantes que se opuseram a várias medidas inscritas no plano de Mario Draghi.
Grande parte das críticas referiu-se ao regresso do QE (“quantitative easing”, programa de compra de ativos), e para lá dos habituais opositores como a Alemanha ou a Holanda, que já tinham estado contra a sua introdução em 2015, também o governador do banco central da Áustria, Robert Holzmann, disse que foi possivelmente um erro.
Klass Knot, líder do banco da Holanda, que anteriormente já se tinha mostrado contra a postura “dovish” de Draghi, voltou a fazê-lo e argumentou que o BCE agiu de forma desproporcionada. Outro crítico das medidas impostas foi Jens Weidmann, que já tinha vindo a púbico rejeitar a necessidade de estímulos na região. O líder do Bundesbank considerou esta sexta-feira que o BCE está a sair “para fora de pé” com esta decisão de reiniciar o programa de compra de ativos.
As críticas dos países do centro da Europa à política monetária do BCE não partiu apenas dos governadores destes países. O ministro das Finanças da Holanda acusou o banco central de estar a penalizar as pensões do país e o jornal Bild, da Alemanha, comparou o italiano ao conde Drácula, por considerar que o presidente do BCE está a sugar as poupanças dos alemães. Em declarações ao tablóide, Weidmann assegurou que vai assegurar que o ciclo de subidas de juros não será adiado.
Apesar do anúncio de um mega pacote de estímulos monetários lançado sobre a economia da região pelo Banco Central Europeu, foram muitas as vozes dissonantes que se opuseram a várias medidas inscritas no plano de Mario Draghi.
Grande parte das críticas referiu-se ao regresso do QE (“quantitative easing”, programa de compra de ativos), e para lá dos habituais opositores como a Alemanha ou a Holanda, que já tinham estado contra a sua introdução em 2015, também o governador do banco central da Áustria, Robert Holzmann, disse que foi possivelmente um erro.
Klass Knot, líder do banco da Holanda, que anteriormente já se tinha mostrado contra a postura “dovish” de Draghi, voltou a fazê-lo e argumentou que o BCE agiu de forma desproporcionada. Outro crítico das medidas impostas foi Jens Weidmann, que já tinha vindo a púbico rejeitar a necessidade de estímulos na região. O líder do Bundesbank considerou esta sexta-feira que o BCE está a sair “para fora de pé” com esta decisão de reiniciar o programa de compra de ativos.
As críticas dos países do centro da Europa à política monetária do BCE não partiu apenas dos governadores destes países. O ministro das Finanças da Holanda acusou o banco central de estar a penalizar as pensões do país e o jornal Bild, da Alemanha, comparou o italiano ao conde Drácula, por considerar que o presidente do BCE está a sugar as poupanças dos alemães. Em declarações ao tablóide, Weidmann assegurou que vai assegurar que o ciclo de subidas de juros não será adiado.
