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Libra cai com eventual confinamento até ao verão e juros de Itália escalam para máximo de mais de dois meses

Libra cai com eventual confinamento até ao verão e juros de Itália escalam para máximo de mais de dois meses

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Libra cai com eventual confinamento até ao verão e juros de Itália escalam para máximo de mais de dois meses

Juros de Itália a 10 anos escalam para máximo de mais de dois meses
Os juros das dívidas públicas dos países que integram a Zona Euro apresentam uma tendência de agravamento na última sessão desta semana, refletindo a apreensão dos investidores quanto ao impacto do agravamento da situação sanitária no continente europeu. Por outro lado, e a adensar os receios dos investidores, foram entretanto conhecidas as atualizações do índice PMI que mostrou que o setor dos serviços continua a contrair, isto apesar de a produção industrial ter crescido em linha com as estimativas dos analistas. Mas é no caso da dívida italiana que se observam maiores subidas, o que acontece numa altura em que o cenário de crise política não só não foi afastado pelo voto de confiança que o primeiro-ministro Giuseppe Conte obteve nas duas câmaras do parlamento transalpino, como admitido pelo próprio líder do Governo. Numa altura em que passou a liderar um Executivo que já não conta com apoio parlamentar maioritário na sequência da demissão de dois ministros do partido de Matteo Renzi, Conte admitiu como cenário possível a realização de eleições antecipadas, o que deixaria Itália a braços com potenciais dificuldades na formação do próximo executivo precisamente a meio de uma pandemia e no momento em que é necessário fazer a bazuca financeira europeias disparar. Assim, a “yield” associada às obrigações de dívida italiana com maturidade a 10 anos sobe 7,1 pontos base para 0,754%, a terceira subida seguida que coloca a taxa de juro neste prazo em máximos de 11 de novembro. Também a subir mas de forma menos acentuada, a taxa de juro correspondente aos títulos de dívida soberana de Portugal com prazo a 10 anos agrava-se 0,2 pontos base para 0,073%, uma subida que apesar de ligeira mantém a “yield” portuguesa em máximos de 2 de dezembro. Em sentido inverso e a beneficiar da aposta dos investidores em ativos considerados mais seguros numa altura em que aumenta o receio quanto ao impacto económico da crise pandémica, a “yield” referente às obrigações alemãs a 10 anos recua 1,6 pontos base para 0,514%.


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