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Pardal Henriques: Vim de trotinete para poupar combustível – Energia
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A greve dos motoristas de matérias perigosas iniciou-se cerca das 00h00 desta segunda-feira. Pardal Henriques, representante e advogado do Sindicado Nacional dos Motoristas de Matérias Perigosas (SNMMP), chegou ao local do piquete de greve de trotinete e falou aos jornalistas aos primeiros minutos desta madrugada. Pardal Henriques explicou o porquê de ter chegado à sede da CLC – Companhia Logística de Combustíveis, em Aveiras, de trotinete. “Vim de trotinete porque da outra vez fui criticado por chegar de Maserati e para poupar combustível”.
“Para a Antram as pessoas têm que trabalhar, mas não têm que receber”, continuou o advogado da SNMMP, garantindo que o acordo é uma opção, caso mudem as condições até agora previstas. “Sem os portugueses saberem o que a Antram aceitou, não vamos desconvocar a greve.
“Esta greve vai ter o impacto da trapalhada que a Antram fez durante este tempo todo”, respondeu Pardal Henriques, quando questionado sobre o impacto da paralisação na distribuição de combustíveis no País.
No local já se encontrava uma força muscular da polícia e inúmeros motoristas de matérias perigosas.
Pardal Henriques adiantou que a greve vai prolongar-se até que a Antram apresente uma “proposta razoável” e reiterou que só serão cumpridas oito horas de trabalho diário.
“Os portugueses vão aguardar até que a Antram [Associação Nacional de Transportadores Públicos Rodoviários de Mercadorias] apresente uma proposta que seja razoável para que se possa desconvocar a greve. Até lá estaremos um dia, uma semana, um mês, o tempo que for necessário”, garantiu o porta-voz.
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