Francisco Capelo Ramos do Rosário, ex-sócio de Berardo e colecionador que está na origem da coleção exposta no Centro Cultural de Belém, disse, em carta aos deputados citada pelo Expresso, que a Fundação Berardo é uma “fachada” para tirar benefícios fiscais e que os bancos já sabiam desde 2012 que o empresário tinha interesse em alienar aquelas obras de arte.

 

Fonte oficial da Fundação Berardo já reagiu, repudiando os comentários do ex-sócio de Joe Berardo.

 

“A Fundação Berardo, admitindo que a comunicação social reproduz fielmente o depoimento por escrito do Sr. Francisco Capelo Ramos do Rosário à II Comissão de Inquérito Parlamentar à CGD, repudia com veemência as aleivosias pelo mesmo lançadas, sendo certo que não podem surpreender ninguém pois são similares a outras que já lançou sobre outras entidades de utilidade pública e seus responsáveis”, sublinha.

 

E acrescenta que “a Fundação José Berardo sempre desenvolveu a sua actividade dentro do âmbito dos seus fins estatutários de utilidade pública”.

 

O comunicado diz ainda que a Fundação Berardo, assim que tenha acesso ao teor integral do referido depoimento, “logo aquilatará se vale a pena processar esse cidadão ou antes ignorar os dislates do mesmo, como tem sido norma de alguns visados pelo seu fel”.

 





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