Almerindo Marques, antigo presidente da Estradas de Portugal, contou ao Ministério Público vários pormenores sobre o negócio das Parcerias Público-Privadas, levando a investigação ao caso para uma nova fase, que vai conduzir à constituição de arguidos.

 

Segundo a revista Sábado, que publica esta quinta-feira uma investigação sobre este testemunho “explosivo”, o Ministério Público deu ordem para a constituição como arguidos de três ex-ministros dos governos de José Sócrates e dois antigos secretários de Estado.

São eles Teixeira dos Santos, António Mendonça, Mário Lino, Paulo Campos e Carlos Costa Pina.

 

Segundo a Sábado, a ordem já foi dada, em despacho, pela procuradora responsável por este processo judicial que investiga os negócios das Parcerias Público-Privadas.

Almerindo Marques fez um “depoimento explosivo” a 12 de abril deste ano no Tribunal Central de Instrução Criminal, contando, por exemplo, como recebeu ordens para destruir documentos. 

 

O despacho do Ministério Público diz que há crimes e que foram pagos 466 milhões de euros suspeitos, que dizem respeito a acordos para concessões rodoviárias efetuados entre 2009 e 2011, revela a Sábado, num artigo que pode ler aqui.





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